sexta-feira, 20 de julho de 2018

julho 20, 2018

DIA DO AMIGO: PARCERIA E COMPANHEIRISMO NO DIA A DIA DA COMUNIDADE

Transporte coletivo é um dos exemplos de onde nascem a cumplicidade e a união para o bem estar de todos

No Brasil e em outros países da América Latina, nesta próxima sexta-feira, 20 de julho, é comemorado o Dia do Amigo ou Dia da Amizade.
Em outras partes do mundo, as celebrações ocorrem em dias diferentes, como 18 de abril e 30 de julho.
Independentemente da data oficial, o Grupo Leblon Transporte de Passageiros aproveita a oportunidade para expressar sua gratidão e amizade com a comunidade de onde presta seus serviços.
Amizade é, acima de tudo, parceria. Ao longo dos anos, o Grupo Leblon, por meio de sua diretoria e colaboradores, é parceiro da população para o desenvolvimento econômico, social e de qualidade de vida em Curitiba, Mandirituba e Fazenda Rio Grande.
Até agora foram milhões e milhões de quilômetros percorridos, desafios superados e histórias traçadas, tudo em prol de cidades melhores, possibilitando que o cidadão tenha acesso à saúde, trabalho, educação, lazer e encontros com a família e amigos por meio dos transportes.
E por falar em transportes, quantas amizades surgiram em nossos ônibus ao longo de todo este tempo de atuação! Pessoas que se veem todos os dias e acabam compartilhando histórias, relações, confidências, sonhos e paixões.
Nada melhor que o coletivo para fazer amizades. É no bom relacionamento coletivo que nasce a tolerância, o respeito pelo próximo, o aprendizado com o semelhante, o carinho e o afeto.
Um cordial abraço a todos nossos clientes, amigos que são mais que passageiros, e que nossa parceria dure anos e mais anos, com cada um crescendo e se aperfeiçoando.
Grupo Leblon Transporte de Passageiros

quinta-feira, 12 de julho de 2018

julho 12, 2018

GRUPO LEBLON FAZ PROGRAMA DE FEEDBACK PARA APERFEIÇOAR TREINAMENTOS E MELHORAR O ATENDIMENTO À POPULAÇÃO

Motoristas e cobradores recebem retorno individualizado sobre ocorrências. Profissionais que tiverem os melhores desempenhos serão reconhecidos
 
As mais modernas empresas de diversos setores em todo o mundo já entenderam que por mais que sejam importantes treinamentos e capacitações em grupo, um olhar cada vez mais individualizado sobre os profissionais tem dado bons retornos para todos: empresas, com o acerto na prestação de serviços; profissionais, com a atenção recebida para suas necessidades; e clientes, com a melhoria dos atendimentos, produtos e serviços.
Alinhado a esta realidade de mercado, o Grupo Leblon Transporte de Passageiros, que opera em Curitiba e parte da região metropolitana, desenvolve um programa de “feedback” , inicialmente para motoristas e cobradores.
Cada profissional é chamado individualmente pelo setor de RH – Recursos Humanos das empresas que forma o grupo, e recebe um retorno sobre o desempenho e eventuais ocorrências que tiveram envolvimento.
Não se trata, segundo o Grupo Leblon, de chamar o funcionário para “dar bronca” ou aplicar alguma penalidade. O objetivo é orientar o profissional e entender a realidade e o dia-a-dia de cada um.
“Independentemente do histórico, o feedback será sempre construtivo ao apontar algo que não está adequado, porém, vem junto de uma proposta de ação para que o problema seja resolvido, identificando os erros e acertos , e para conseguir soluções e métodos para resolver cada um dos problemas. O programa deve ser bem compreendido pelos colaboradores da empresa, já que não se trata de crítica e sim de um apoio na busca da melhoria profissional.” – diz o coordenador de RH do Grupo, Celso Adolfato.
Adolfato ainda explicou que o programa de “feedback” também aproxima o motorista e cobrador da empresa. Muitos destes profissionais sequer frequentam a garagem com constância, já que devido aos horários começam e encerram suas jornadas nos terminais.
O coordenador de RH disse também que o programa contempla reconhecimento para os funcionários que não se envolverem em ocorrências.
“Todos têm muito a ganhar, em especial nosso cliente, o passageiro. Colaboradores mais motivados e capacitados atendem melhor à população, o que reflete na qualidade dos serviços. E esse é nosso objetivo.” – finalizou.
Grupo Leblon Transporte de Passageiros
FOTO:
Programa mostra ao funcionário seu desempenho e são discutidas as possibilidades de melhorias om os gestores de RH

segunda-feira, 9 de julho de 2018

julho 09, 2018

E SE A GASOLINA AJUDASSE A PAGAR A CONTA DO DIESEL? Por Rachel Biderman e Luis Antonio Lindau

Rachel Biderman e Luis Antonio Lindau



FOTO: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL




O fato de pessoas de menor renda usarem veículos privados para deslocamentos diários não significa uma sociedade mais avançada A interrupção da distribuição de combustíveis em maio de 2018 devido à greve dos caminhoneiros, em poucos dias, provocou o colapso produtivo de vários setores, impactou o transporte urbano e interurbano e o fornecimento de alimentos. Um país que para devido à falta de combustíveis fósseis é um país pouco resiliente. No afã de estancar a paralisação, entre outras medidas, o governo optou por renúncias fiscais para reduzir o preço do óleo diesel. Compensar os R$ 0,46 no preço do litro é, agora, uma dívida a ser paga por toda a sociedade brasileira. Com impacto estimado em bilhões nas contas públicas, a questão levanta uma oportunidade para discutir a supremacia do individual sobre o coletivo. Enquanto o diesel, goste-se ou não, é o combustível que movimenta parcela significativa de produtos de consumo direto da população e responde pela quase totalidade do transporte coletivo urbano (via ônibus), a gasolina é majoritariamente utilizada para abastecer veículos de uso privado. Claro que ainda temos muitas ações necessárias para reduzir os impactos ambientais, como a aplicação de norma regulamentadora para motores a diesel, já adotada em vários países, que prevê redução no nível de poluentes em relação ao atual. Mas, considerando o coletivo, não seria o caso da gasolina ajudar a pagar o diesel? A situação da greve  forçou os brasileiros a experimentarem uma vida menos dependente dos combustíveis fósseis. As cidades amanheceram com poucos carros e motocicletas nas ruas. A bicicleta, que era uma alternativa distante para muitos, saiu do armário. Muitos caminharam ao trabalho e às escolas. O resultado em São Paulo, por exemplo, foi imediato: a poluição atmosférica caiu pela metade, segundo a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). Ao optar pelo carro em vez do ônibus, uma pessoa contribui com 45 vezes mais emissões de dióxido de carbono na atmosfera (gás que contribui para o aquecimento do planeta) e 30 vezes mais de monóxido de carbono (gás tóxico e poluente). Sem contar o aumento de uma vez e meia de óxido de nitrogênio e o triplo de material particulado, que afetam os pulmões e provocam danos à saúde. O cálculo foi feito com base nos fatores do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários do Ministério do Meio Ambiente considerando ônibus urbanos com média de ocupação de 80 pessoas e carros com média de 1,5.


  HOJE, AUMENTOS NO PREÇO DA GASOLINA, CONTRABALANÇANDO MENORES ACRÉSCIMOS NO PREÇO DO DIESEL, SERIAM UMA FORMA DE COMPENSAR A SOCIEDADE BRASILEIRA PELAS DECISÕES DE CARÁTER INDIVIDUAL NA HORA DE ESCOLHER O MODO DE TRANSPORTE, PRIVILEGIANDO-SE O TRANSPORTE PÚBLICO É possível que nem todos carros e motos que ficaram sem combustível precisem estar nas ruas diariamente, como de costume. Quem insiste em realizar deslocamentos por transporte individual deveria ajudar a pagar a conta do coletivo. No Brasil, a estatística assusta. Entre 2001 e 2016, a frota de veículos aumentou 194,1%, com destaque para o crescimento das motocicletas (420,2%) e dos automóveis (141,6%). Na comparação, a frota de ônibus (119,5%) e caminhões (84,3%) cresceu menos. A migração de veículos privados com motor a combustão para o transporte coletivo e o não motorizado (bicicletas e a pé) traz benefícios para a saúde pública (menos mortes e lesões no trânsito e menos internações ou mortes por poluição do ar), para o clima do planeta e reduz o tempo e o dinheiro perdidos em congestionamentos. De acordo com o Observatório do Clima, motos e carros respondem por 78% das emissões de GEE (gases de efeito estufa) no transporte rodoviário de passageiros no país, enquanto os ônibus urbanos representam 16%. Portanto, o preço da gasolina deveria ser usado como um instrumento de aceleração da transferência modal e da transição para veículos de zero ou baixa emissão de GEE. Como resultado secundário, os que insistissem na escolha por veículos motorizados individuais poderiam migrar para o etanol, uma opção mais sustentável, ou pressionar a indústria pela eletrificação. O fato de pessoas de menor renda usarem veículos privados para deslocamentos diários não significa uma sociedade mais avançada, já que em cidades de países tidos como desenvolvidos os mais ricos também usam o transporte coletivo. O que faz Ingvar Kamprad, fundador da Ikea, considerado o segundo homem mais rico da Europa, usar ônibus para ir ao escritório na Suécia? Ou o ex-prefeito Michael Bloomberg ser visto frequentemente no metrô de Nova York? Certamente o ganho de tempo resultante de um transporte coletivo eficiente e seguro, parte de uma rede intermodal integrada. Hoje, aumentos no preço da gasolina, contrabalançando menores acréscimos no preço do diesel, seriam uma forma de compensar a sociedade brasileira pelas decisões de caráter individual na hora de escolher o modo de transporte, privilegiando-se o transporte público. Os preços relativos do diesel e da gasolina podem ser ajustados de forma a desincentivar o uso de carros e motos, como já foram no passado brasileiro, em vez de afastar usuários do transporte coletivo sobre pneus. Essa alternativa merece apoio governamental, tanto nesse momento de alta do diesel como na transição para um transporte coletivo urbano de zero ou baixa emissão, o que inclui a redução de impostos sobre veículos mais sustentáveis. A dependência de combustíveis fósseis demonstra que ainda temos uma raiz no passado. O Brasil -  um país majoritariamente urbano -  precisa recuperar o atraso na oferta de opções mais sustentáveis de transporte de carga, como a ferroviária, fluvial e cabotagem, com incentivos a tecnologias mais limpas para a logística regional e urbana. A viabilização de um transporte diversificado e de zero ou baixa emissão reduziria a chance de colapsos como o que vivenciamos, pois proporcionaria outras formas de deslocamento mais sustentáveis e menos dependentes de uma única fonte energética. Rachel Biderman é diretora executiva do WRI Brasil Luis Antonio Lindau é diretor do programa de Cidades do WRI Brasil





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quarta-feira, 20 de junho de 2018

junho 20, 2018

GRUPO LEBLON TRANSPORTE CAPACITA COBRADORES PARA MELHOR ATENDIMENTO À POPULAÇÃO



Além disso, foram firmadas parcerias com instituições de ensino para dar oportunidades de carreira aos profissionais


O Grupo Leblon Transporte de Passageiros, que atua na região Metropolitana de Curitiba, concluiu neste mês de junho de 2018, cursos de capacitação e reciclagem profissional que envolveu todos os cobradores das empresas Leblon e Viação Nobel.
Participaram das atividades, com instrutores e profissionais de treinamento, segurança do trabalho e recursos humanos, aproximadamente 120 cobradores.
As aulas contaram com professores do Sest/Senat – Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional do Transporte, que passaram os mais modernos conhecimentos e práticas do setor de mobilidade.
Para melhor assimilação do treinamento e adequação aos horários de trabalho e compromissos pessoais, foram criadas turmas divididas.
A carga horária de cursos de cada turma foi de 8 horas, em dois dias.
Trata-se de uma atualização de conceitos como melhor atendimento ao cliente, excelência na prestação de serviços, segurança e boas práticas.
O Grupo Leblon também firmou parcerias com instituições de ensino para crescimento de carreira dos cobradores.
Entre as instituições de ensino que fazem parte da parceria estão a Faculdade Positivo, UniFacear e o CEEP – Centro Estadual de Educação Profissional Erotides Ângelo Nichele, o colégio técnico em Fazenda Rio Grande, onde fica a sede das empresas de ônibus. O Sest/Senat também integra a parceria.
O CEEP tem cursos técnicos gratuitos. Já as faculdades vão oferecer, no âmbito da parceria, bolsas com descontos nas mensalidades.
A Faculdade Positivo, por exemplo, deve realizar um vestibular dentro da garagem para os cobradores.
Já o Sest/Senat vai oferecer cursos de capacitação em outras atividades dentro do setor de transportes para os cobradores que desejam se aprimorar nos serviços de mobilidade urbana e mudar de função dentro da mesma área.
Entre os cursos, por exemplo, estão logística de almoxarifado, verificação de diesel e óleos lubrificantes, lubrificação de veículos pesados, como ônibus, entre outros.
Grupo Leblon Transporte de Passageiros.
FOTO:
Diretoria do grupo Leblon fez questão de deixar sua mensagem no curso para capacitar os cobradores

quinta-feira, 14 de junho de 2018

junho 14, 2018

LINHAS EM FAZENDA RIO GRANDE, NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA, TERÃO NOVOS HORÁRIOS A PARTIR DE 17 E 18 DE JUNHO

Readequações ocorrem para oferecer melhorias nos intervalos, segundo empresa e Comec

Iguaçu I é uma das linhas com novos horários.


Passageiros da Viação Nobel, do Grupo Leblon Transporte de Passageiros, em Fazenda Rio Grande, região Metropolitana de Curitiba, terão novidades a partir deste próximo domingo, 17, e da segunda-feira, 18.
As linhas F 12 Iguaçu I e F 21 – Iguaçu II passam a contar com novos horários de partidas aos domingos. As mudanças ocorrem a partir do dia 17. Nos dias úteis e aos sábados, os horários permanecem inalterados.
As linhas F 14- Santa Maria, F 25 - Colonial e F 29 - Veneza (Pedágio) passam a ter novos horários a partir da segunda, dia 18.
No caso da linha F-14, as mudanças de horários permitirão o atendimento até o final
da Rua Curitiba em dias úteis por todas as viagens (atualmente a prestação de serviços ocorre  nos horários de pico da manhã e após às 18h – somente nos dias úteis). Além disso, a Rua Curitiba será atendida até o final também aos sábados, no pico da manhã, das 04h30 às 07h20, e a partir das 18h35 em todas as viagens.
Já as alterações dos horários de partidas das linhas F 25 e F 29 visam melhorar os intervalos, escalonando os ônibus.
A medida foi necessária porque os intervalos originais foram impactados pelo fechamento do acesso à BR, pela Autopista, concessionária da rodovia Régis Bittencourt.
Por causa do bloqueio, a linha F29-Veneza Pedágio passou a ser obrigada a trafegar pela Rua Lucenir Franco da Rocha, que é uma via sem pavimento, o que gerou atrasos e diminuiu a velocidade comercial.
Todas as mudanças foram feitas com base em sugestões e demandas de passageiros que chegaram à empresa, em estudos de demanda e a Nobel aguardava a autorização da Comec – Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba, gerenciadora do sistema, para implantá-las.
CONFIRA OS HORÁRIOS NOS INFORMES DA COMEC:




Grupo Leblon Transporte de Passageiros

terça-feira, 29 de maio de 2018

maio 29, 2018

GRUPO LEBLON SE ESFORÇA PARA PRESTAR SERVIÇOS EM MEIO À CRISE DOS COMBUSTÍVEIS E GREVE DOS CAMINHONEIROS

Atrasos e desvios foram gerados por manifestações.  Leblon e Nobel buscaram formas de garantir abastecimento


Diante dos efeitos da greve dos caminhoneiros, o Grupo Leblon Transporte de Passageiros redobrou, neste semana, os esforços para prestar os serviços à população de  Fazenda Rio Grande, Mandirituba e Curitiba.
Inicialmente, a Leblon e Nobel procuraram garantir o abastecimento dos ônibus, isso porque, como foi visto em sistemas de transportes em praticamente todo o país, por causa de bloqueios e da paralisação dos transportadores autônomos de carga, as carretas com o diesel necessário para os ônibus operarem não chegavam com facilidade às garagens. Para as carretas chegarem à garagem do Grupo Leblon, em Fazenda Rio Grande, foi necessário escolta policial.
Há diesel suficiente para as operações até sábado e são aguardados novos carregamentos.
Mesmo assim, no caso da Leblon e da Nobel, houve atrasos, necessidade de remanejamentos de horários e desvios por causa de manifestações e bloqueios que ocorreram em diversos pontos de Curitiba e Fazenda Rio Grande, como no trevo da Mate Leão, na BR-116 - proximidades do depósito de construção Santos e nas imediações da Ceasa da capital, por exemplo.
Obviamente que nesses casos não tem como furar os bloqueios para cumprir os horários, isso colocaria em risco a segurança dos passageiros, motoristas, cobradores e dos próprios manifestantes, muitos deles, vale ressaltar, nem são caminhoneiros.
Mas também nas situações de bloqueio, não ficamos inertes. Dentro das permissões dos órgãos gestores, fizemos remanejamentos para minimizar os impactos para todos.
Pedimos a compreensão e estamos sempre trabalhando para prestar bons serviços, mesmo em momentos críticos como este.
Grupo Leblon Transporte de Passageiros

FOTO:
Um dos bloqueios  na BR, em Fazenda Rio Grande nessa semana

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